Entrevista com Emília Chagas — maternidade, modelo de negócio e perspectivas de futuro

Emília chagas é formada pela Universidade Federal de Santa Catarina. Desde muito cedo no mercado de trabalho, e após se sentir incomoda como redatora, começou a perceber as diferenças entre liderar projetos de conteúdo em uma redação e liderar projetos em uma empresa, decidiu empreender. Junto com seus sócios fundaram a Contentools.

Emília, por liderar uma empresa que cresce tão rápido, você certamente já passou, e ainda passa, por momentos de alta pressão e ansiedade. Você tem algum processo para conseguir lidar com isso? Como fez para evoluir essa habilidade desde o nascimento da empresa?

Para falar é preciso dizer que quando eu decidi empreender, foi tudo muito novo na minha vida. Eu sou jornalista por formação, então meu conhecimento era mais técnico até aquele momento. Fui para o mercado muito cedo, comecei com quinze anos a trabalhar na área de relações públicas e depois migrei para conteúdo online. Não fazia ideia de como era gerir um projeto numa empresa.

Durante esse trajeto, trabalhei com várias frentes de projetos de conteúdo. Fui até trabalhar na redação de alguns projetos muito interessantes na TV. Mas independentemente do projeto, eu sempre mantive essa questão da paixão por conteúdo.

Foi só na época que me dediquei exclusivamente a um projeto grande do Banco do Brasil que percebi a diferença entre liderar conteúdo em uma redação de liderar conteúdo em uma empresa.

Na redação, o conteúdo é o principal, faz parte do que eu preciso entregar todos os dias, é o meu produto. Dentro de uma empresa não: o conteúdo é adjacente. Funciona muito mais como um auxiliar para gerar movimentação do produto, independentemente de qual movimentação seja essa (retenção ou aquisição de clientes, geração de tráfego, brand awareness…)

Por não ser o core, o conteúdo não é tratado com o devido processo e nem com o devido valor.  Quando muito, tem um time que toma conta dele nas empresas. E isso começou a me incomodar a ponto de eu passar a enxergar este cenário como um problema grave no mundo.

Pois em um mundo em que o conteúdo é cada vez mais importante não só para as frentes de marketing mas para todas as frentes de comunicação de uma empresa, ele não pode ser tratado como algo secundário. Foi então que resolvi resolver esse problema. Apaixonei pela ideia de resolver isso no mercado.

Então daí que surgiu essa vontade de empreender e, com essa vontade, a Contentools como minha primeira startup e minha primeira experiência empreendedora.

Diferentemente dos meus sócios, eu não sou uma senior entrepreneur. Não tenho um histórico recheado de experiências empreendedoras. Então, tudo o que eu eu posso dizer sobre empreendedorismo vem desse projeto da Contentools.

Quando tomei a decisão de empreender, eu sabia que a minha experiência com conteúdo seria importante e faria a diferença na hora de criar uma solução robusta para este problema. Mas a falta de experiência com tecnologia e gestão de produto eram um grande gargalo. Então procurei procurei pessoas que me complementem.

Eu levei a ideia para um grupo de empreendedores que gostaram do projeto e toparam embarcar junto comigo nele. Assim tiramos a empresa do papel. Então, desde meu primeiro impulso, eu sempre procurei ajuda de pessoas complementares. E tem sido assim para mim desde então.

Equipe Contentools
Time da Contentools

Eu tenho algumas linhas guias no meu propósito pessoal que também guiam minha relação com o mundo e com a minha evolução pessoal. Trata-se de sempre contar com ajuda e apoio de pessoas que são especialistas em áreas que eu não sou. Então toda vez que eu lido com ansiedade, insegurança, eu tenho pessoas especialistas com quem posso contar.

Eu acabo trazendo isso para dentro do trabalho de uma forma ou de outra. A final, o trabalho é só uma das partes da minha vida, então não teria como ser diferente.

Ao longo dessa recente jornada da Contentools, eu sempre procurei ajuda de pessoas, mas contei também com algumas ferramentas que uso com frequência para manter o equilíbrio, como meditação e fé. Além da positividade, é claro. Eu sou uma pessoa muito positivista.

Não vejo as coisas por um prisma negativo, sempre acho que os problemas aparecem porque eu preciso aprender com eles, então acho que isso tudo me ajuda a lidar com alta pressão e ansiedade.

Como é que você lida com o fracasso? Você sente que evoluiu nesse aspecto desde que começou a empreender?

Sim. Eu acho que as emoções de quando se começa a empreender são bem intensas e tendem a crescer exponencialmente. Então se você não evoluir essas questões com o tempo, não tem como dar conta. Além de que essa adrenalina de empreender, essa ausência de rotina e os desafios novos a cada dia são bem viciantes. Depois de algum tempo começam até a dar prazer. Mas isso é perigoso.

A questão das emoções é muito forte para mim. E no começo tudo é como uma montanha russa: a primeira vez que se passa por ela, qualquer subidinha dá frio na barriga.

Com o tempo, à medida que se vai superando os desafios, é como se estivesse passando pela mesma montanha russa algumas vezes. Até se sente a emoção, mas ela já é previsível. Então o efeito é outro, já não mexe contigo da mesma forma.

Emília Chagas palestrando no Seminário Empreende Mulher 2017
Emília palestrando no Seminário Empreende Mulher 2017

Com o tempo, você passa a se entender melhor. Então os medos não deixam de existir, mas passam a serem melhor administrados, melhor trabalhados. Já se conhece mais os cenários e consegue-se prever o que está por vir.

O problema é que o empreendedor, por ter o ego mais desacerbado, e o ser humano por ser um animal egocêntrico por natureza, acaba tendo uma ilusão do controle destas questões. Quando na verdade é só uma questão de hábito.

Nós sempre achamos que estamos no controle das situações, mesmo na maior parte das vezes não estando. Frequentemente o mercado está mais no controle do que nós. Às vezes o time está mais que nós. E os grandes problemas, inclusive, podem se dar devido à essa ilusão.

Se nós não percebermos isso, é um desvio cognitivo. É preciso parar e repensar essas relações de poder e controle e entender que há muitas coisas que podem nos afetar se não tomarmos cuidado.

Na Contentools, eu e os meus sócios assumimos um grande risco. Na época que começamos, não tínhamos nem investimento. Fomos com o caixa próprio. Podia dar tudo errado. Então além de sentir aquele frio na barriga, tínhamos que fazer tudo muito certinho. Qualquer erro poderia representar o fim.

No final, tudo saiu bem. Mas é o que eu estava te falando de ilusão cognitiva. No começo, estava sempre presente comigo a ansiedade, mesmo nos momentos em que parecia que tínhamos previsto todas as possibilidades e resolvido todas as falhas. Mas não era bem assim. Muitas coisas deram errado antes de darem certo..

Você faz uma análise da situação, você cria cenários, cada cenário você já vê as perspectivas e possíveis estratégias.

Eu e os co-fundadores da Contentools somos um pouco assim. Somos um grupo de quatro sócios. Cada um cuida de uma área diferente, então tentamos cobrir sempre um espectro mais completo possível: de mercado, de time interno, de operações, vendas, marketing.

E nós não temos projetos paralelos. Você pode ver muitos empreendedores com milhares de projetos que não sossegam nunca. Nós não temos isso.

Um foco!

Foco e determinação empreendedora

É muito foco! Mas é também uma questão de os ovos numa mesma cesta para não ter para onde fugir. Preciso sempre dar meu esforço máximo nesse projeto para garantir que tudo dê certo.

Que tipo de problema, situação do dia a dia, você sente que mais impacta na sua performance de modo geral? Exemplo: família, ansiedade, estresse, problemas com funcionários, questão financeira.

Eu já passei por questões financeiras que não me afetaram em nada, só me deram mais gás para melhorar. A gente já teve, inclusive, lá no começo, um investidor que prometeu um certo valor, ficamos empolgados e realizamos um plano bem elaborado para, no fim, ele entrar só com 50% do combinado.

Esse momento foi bem conturbado. Pensei se teria que demitir alguém, porque estávamos bem no comecinho da empresa e não tínhamos estabilidade de caixa. Mas não foi preciso. Esse perrengue deu mais gás para mim e para os sócios para vendermos mais e mantermos a empresa caminhando bem.

Então assim, estas questões financeiras ou que tem mais a ver com coisas materiais, a gente á um jeito. Acho que o que pega mais são questões de família e de saúde. Se esse lado não está 100%, aí é tudo fica mais difícil.

Por isso eu trabalho junto com meu marido, tenho a minha bebê, e está tudo muito bem com a gente. Eu sei que eu consigo focar 100%. Mas se um de nós três estivesse com algum problema, ou qualquer questãozinha mínima, eu ficaria improdutiva até resolver.

Eu e o Elton não discutimos, temos muita sintonia. Mas eu fico imaginando: uma vez tive um colaborador que estava com problemas com a esposa e eu queria ajudá-lo de alguma maneira. Sempre que me deparo com problemas de outras pessoas, tento lidar ao máximo com empatia e me colocar no seu lugar.

Eu fui conversar com ele quando percebi que estava em uma baixa de produtividade. Ele demorou um pouco para abrir o jogo, mas quando contou que era um problema de relacionamento com a esposa, eu não tive nem como julgar, porque se eu estivesse no lugar dele, estaria no mesmo jeito.

Depois ele superou e o casamento está dando certo, está tudo bem. Mas se eu estivesse no lugar dele, eu acho que eu também teria o mesmo impacto de produtividade que ele teve. Para mim, tem que estar andando super legal, o lado da família. O lado emocional tem que estar muito equilibrado para que as coisas deem certo.

Quando a empresa começa a crescer é necessário colocar uma camada a mais de gestão. O que você acha que é mais desafiador no trabalho de coordenadores e gerentes de startups que crescem rápido? Que conselho você daria para eles acelerarem seu desenvolvimento como líderes?

São muitas as frentes que um líder tem que atuar e ele precisa, antes de mais nada, entender quais são os desafios pessoais de cada colaborador, para só assim casar esses desafios com os objetivos e metas da empresa.

Principalmente com os millenials, que são praticamente motivados apenas por desafios. Grana importa? Claro que importa, mas não é tudo. Liberdade para eles importa tanto quanto, ou até muito mais. Eles têm que saber que têm autonomia para executar.

E além disso o líder tem que sentir que está aprendendo e melhorando constantemente. Então eu acho que a combinação entre o aprendizado individual e os desafios que a empresa tem a cumprir, são coisas que os líderes precisam trabalhar sempre e cada vez mais.

Não é fácil.

Emília, quais os maiores desafios psicológicos que você acha que os empreendedores têm que enfrentar?

Eu vou falar por mim, mas acredito que mais pessoas pensem assim. Nós vivemos dentro de um roteiro. Eu tenho que ter “x”, “y” e “z” resultado em “x”, “y” e “z” tempo, em correlação de tempo versus resultado. E para chegar lá, eu tenho certos roteiros a cumprir e em determinadas áreas do conhecimento.

Uma nova perspectiva que mudou um modelo de negócio

Isso trás para gente uma mentalidade de comparação muito forte o tempo todo. E quando a gente está sempre olhando para o lado, a gente corre o risco de parar de olhar para frente. Se todo mundo fica olhando muito para o lado, às vezes perde o objetivo de vista e desperdiça uma oportunidade que estava bem à diante.

Então, eu procuro dosar muito bem isso: olhar para o lado para aprender, mas sempre tendo o meu objetivo à frente mais do que o roteiro do momento, da moda.

É o que eu quero para mim, o que eu quero para a minha empresa, para este grupo de pessoas que embarcaram nessa jornada comigo.

Agora, o que isso coloca como desafio? O meu grande competidor de verdade sou eu mesma. Então, eu estou todos os dias me olhando no espelho e me comparando com a melhor versão que eu quero ser de mim mesma. Ao final do dia, quando eu olho para trás e vejo o que fiz, é claro que verei erros causados por algumas tendências comportamentais minhas. Mas isto é maturidade sendo construída e calos sendo sarados.

Todos os dias, eu me deparo muitas vezes com os erros repetidos, acontece. Porque os aspectos em que eu sou boa, sou forte, eu já venci. Mas tem coisas que ainda não consegui. E não só eu, pessoalmente, mas o grupo, a empresa como um todo.

Então, para mim, é isso. E é o que mais me mais engaja no empreendedorismo: conseguir todos os dias me melhorar, todos os dias deparar com minhas grandes questões.

Duas últimas aqui: você mudou o modelo de negócio, pivotaram até a ponto da necessidade de reduzir pessoal…

Essa redução foi uma consequência. A gente tinha um time ideal para o modelo antigo, mas não para o modelo novo. A nossa expectativa, é claro, era que as pessoas se adaptassem à velocidade que a empresa estava mudando, mas nem todos acompanharam esse ritmo. Muitas, apesar de não terem conseguido, se esforçaram bastante enquanto outras simplesmente não mudaram porque não quiseram. Mas de toda forma, momentos decisivos exigem escolhas difíceis: até mesmo demitir uma equipe que veio fazendo um bom trabalho até aqui por saber que não conseguirão levar a empresa para onde ela tem que ir.

Quanto que isso te custou psicologicamente? Confortável, com certeza isso não foi. Mas quanto que isso te demandou de equilíbrio, energia, tanto para tomada de decisão quanto para todos os efeitos colaterais?

A tomada de decisão em si foi fácil por um aspecto: quando eu tive a ideia original para a Contentools, o modelo ideal era esse que estamos seguindo agora, depois da pivotagem.

Havíamos tido um desvio de rota em função de um consierge mvp que a gente fez e deu muito certo para entrar no mercado. Mas era um caminho diferente do traçado inicialmente.

Quando a gente percebeu que o presente estava confortável, mas o futuro estava previsto diferentemente do que queríamos, decidimos voltar ao modelo original. Então é como se a decisão já tivesse sido tomada desde o dia 1 da empresa.

Meditação Guiada Contentools

Mas também gerou uma série de desconfortos, porque foi trocar o certo pelo duvidoso. Teríamos que passar é o certo também de novo, pelo duvidoso. Teríamos que repassar pelo processo de customer development outra vez, por exemplo. Isso dá a sensação de que se está regredindo e ninguém gosta disto.

Teve também uma aposta financeira muito grande nossa. Estávamos em um crescimento rápido e saudável, mas era uma acensão linear e queríamos um crescimento exponencial.

O exponencial cria uma barriga, e foi nessa barriga que estavamos até pouco tempo atrás. Durante esse período de mudança, tivemos que ir atrás de pessoas que nos apoiassem, e aí fizemos uma rodada anjo.

Tivemos pessoas fantásticas que tiveram que entender essa jornada também: não é fácil conseguir apoio quando você se propõe a reduzir seu faturamento por um tempo para atingir um crescimento muito maior no futuro. Esse apoio foi fundamental

As reuniões mais difíceis que nós quatro, os sócios, tivemos, foram as que a gente saiu com mais energia. Eu lembro até hoje dos papos que a gente teve, de como a gente saia, sabe? Pronto para derrubar tudo.

É engraçado isso: a gente encontra energia nos pontos de maior dificuldade. Acho que isso é comum nos empreendedores. A gente não se abate com o desafio. Eu não vejo o muro, eu vejo o que eu vou fazer para ultrapassar o muro.

E não temos como deixar de citar o mais recente evento e mais importante da sua vida! Eu acho que nós, mulheres, de modo geral, já temos desafios muito maiores que os dos homens por todas as questões da sociedade e além do mais, pelas questões da maternidade. O que passou na tua cabeça? A gente sabe que não é uma coisa a mais, dentro da sua rotina, é mudá-la completamente. Como que isso impactou? Isso te custou, te deu mais energia também no final das contas?

É difícil pra mim falar disso. O meu caso foi diferente e eu não gosto daquele tipo de depoimento que a pessoa fala “é tudo lindo, é tudo ótimo, foi fácil demais para mim.”. Eu detesto ouvir essas coisas. É bem singular falar sobre isso, no meu caso, porque eu tive muita sorte.

Eu tive uma gestação com muita saúde, eu não tive nenhuma náusea. Não sei o que é ter náusea na gravidez, não passei por nenhum tipo de dor ou desconforto. Tive uma dorzinha nas pernas no final da gravidez e olhe lá.

Então eu não sei o que faria se eu tivesse, por exemplo, três meses de náusea. Não tive isso para poder dizer para todo mundo que é assim que se faz. É complicado isso.

Então tá, como é que foi para mim? Eu sempre tive um ideal de que eu teria filho no momento em que eu pudesse ter uma vida tranquila, parar meio período, pelo menos, para cuidar, para ficar em casa, enfim.

Mas então eu me dei conta de que não era esse estilo de vida que eu queria para mim. Eu não queria parar, não queria desacelerar. Se eu não quero isso nem na minha aposentadoria, quem dirá no auge da minha vida produtiva.

Eu me dei conta que, se eu fosse ter filho, esse bebê teria que vir para viver comigo e com meu marido no nosso ritmo, na nossa família como é hoje e não no modelo de família ideal, que a gente constrói na cabeça.

Foi aí que nós tomamos aquela decisão. Se é para ser do jeito que a gente é, pode vir agora, é assim que vai ser a nossa vida.

Essa virada de chave do modelo de negócio foi junto com meu período de gestação. Foram fortes emoções no meio de uma gestação, passando numa boa, fazendo acompanhamento médico, saúde indo bem…

Ela nasceu super saudável. Com três semaninhas eu já estava de volta à ativa, levando ela para o escritório. Então eu também tenho, de novo, aquele grande parênteses da vantagem de poder ter a minha bebê no escritório, com estrutura e com um time que me entende.

É um caso muito singular, muito raro né? Eu amamento até hoje. Ela tem um ano e eu quero amamentar mais um ano. Tenho a possibilidade de ficar com ela ao meu lado o dia todo. Com cinquenta dias de vida ela já viaja comigo, assistia palestras, já foi para o exterior, enfim, ela me acompanha.

Maternidade e Empreendedorismo

Está sendo uma jornada muito gostosa, de novos aprendizados. Estudar sobre parenting, me ensina muito a ser uma líder melhor. No final das contas tu não quer demitir ninguém do seu time também.

Você quer que as pessoas se desenvolvam e cresçam em resposta aos teus estímulos. Sempre fica aquela dúvida para um líder, como fica para um pai, ou uma mãe: “se não está respondendo, será que eu estou estimulando da forma certa? Como eu poderia fazer diferente.”

Não existe um tipo de liderança específico que funciona melhor ou pior. Você usa os modelos de liderança para cada pessoa em cada momento. Pode ser que existam momentos em que você precise usar ferramentas de uma forma, e outros momentos, você precisa de outras.

É a mesma coisa para os pais,”eu sou um pai assim, e uma mãe assado”. A gente quer se colocar em caixinhas, e quer colocar as pessoas em caixinhas.

Para mim, a gente tem que se desapegar disso, entender o outro nos seus momentos também. Então, é difícil demais, mas o desafio é bom e vale a pena.

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Recomendo muito a leitura de um post incrível da Emília: From zero to 1,000 marketing teams: what I learned from Contentools growth

Gostou da entrevista? Mê dê seu feedback ou sugira outras pessoas para serem entrevistadas pelo email mariangela@mariangelaguerra.com.br

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Mariângela Guerra

Mariângela Guerra

Psicóloga especializada em ansiedade com objetivo de ajudar profissionais ambiciosos a lidarem com alta pressão e aumentarem seu desempenho profissional.

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